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AD para governo o voto no desconhecido

07.01.24 | Manuel_AR

AD e PSD.png

Das intervenções do líder do PSD, e outros do mesmo partido, verifica-se, de facto, um vazio de propostas. A única coisa que ouvimos são ataques ao seu adversário PS e a pessoas. Seleciona frases e palavras soltas, descontextualizadas, proferidas nas intervenções dos seus adversários e limitam-se apenas a repeti-las e a comentá-las. Pobreza de argumentos para ganhar eleições!  Nisso são o IL e o CHEGA exímios. Se um nada nos diz sobre as suas intenções para governar, o outro limita-se a gritar e a propor comissões parlamentares. Se este dois fossem governo o que fariam? Não sabemos. É a escuridão total. Para essa gente do tipo IL, CHEGA, e com o PSD a ir ao arrasto, tudo está mal, mas nada sabemos sobre o que farão para que seja o melhor para o país e para as pessoas.

Quem ler este “post” pensará de imediato: este é do PS, ou é do BE ou é do PCP ou de qualquer outro. Não sou de nada. Sou independente o que tenho são os olhos e os ouvidos bem abertos.

É aceitável que critiquem o que o Governo do seu principal opositor fez, mas nós precisamos de saber o quê e como farão para retificar o que acham que foi mal feito. Falar da TAP, do caso, X ou do caso Y que vieram no tempo da política e não da justiça não basta.

Tudo isto torna a campanha do PSD paupérrima, porque não é esclarecedora. É a campanha do repete, repete, a que já não se atende. Neste caso já não funciona citação da célebre frase de Joseph Goebbels, ministro da propaganda dos nazis de que uma "Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade". Luís Montenegro tem optado por não apresentar medidas que concretizará se for primeiro-ministro.

Pretende confundir os eleitores com o que o anterior Governo fez ou não fez, ou fez mal, e, para isso, centra-se nas questões trazidas à praça pública pelos media. Mas os media deixaram de merecer a confiança do povo que já são sabe em que acreditar, no que é, ou não, verdadeiro. Os media entraram numa espécie de regime do tipo real news com uma pitada de fake news.

Pretendem que, nós eleitores, votemos como se fossemos jogar numa espécie de roleta e que escolhamos às escuras sem sabermos o que pretende o líder do PSD para o país nem ao que vai fazer se for governo, tanto mais quando o PSD se transformou numa AD com toque bolorento.

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